VEREADOR DO PT OFENDE PASTORES QUE AJUDAM E DEFENDEM TRATAMENTO PRECOCE CHAMANDO DE TRAMBIQUEIROS

 


O Conselho de Ética da Câmara Municipal começa a analisar, nesta segunda-feira (7), representação contra o vereador Renato Freitas (PT), acusado pela bancada evangélica de quebra de decoro por chamar parlamentares do grupo de “pastores trambiqueiros”, por apoiarem o “tratamento precoce”, com medicamentos usados por indicação medica contra a Covid-19. A denúncia foi apresentada pelos vereadores de Curitiba pastor Osias Moraes (Republicanos), Ezequias Barros (PMB), Marciano Alves (Republicanos) e Sargento Tânia Guerreiro (PSL), que pediram a cassação do parlamentar. O conflito ele começou depois que Freitas criticou repasses de verbas públicas para comunidades terapêuticas mantidas por instituições religiosas.

Na semana passada, a corregedora da Câmara, Amália Tortato (Novo) decidiu pela admissibilidade parcial da denúncia, considerando que houve “ofensas pessoais” e “ataque pessoal e dirigido aos colegas vereadores” por parte do parlamentar e recomendou censura pública como punição. O Conselho de Ética agora deve decidir, em 60 dias, se determina o arquivamento, se segue a recomendação da corregedoria ou se aplicará outra punição.


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