segunda-feira, 9 de julho de 2018

Policial mata filho, comete suicídio e deixa carta relatando estupro contra a criança


A investigadora de polícia Dolores Mileide de Souza Simões, 35, deixou uma carta justificando a atitude extrema de matar seu filho, de dois anos, e em seguida tirar a a própria . O crime é cercado de mistérios e comoveu a cidade.
Antes de cometer o homicídio, a mulher escreveu a carta de despedida, onde acusava o pai da menino de tê-lo abusado sexualmente, e que inclusive, o próprio filho teria relatado tal fato a ela. Na mesma carta ela diz amar o filho e que não gostaria que ele fosse ‘estuprado’.
Mileide ainda fala sobre a psicóloga que atendeu o caso, e questiona ao final ‘justiça para quê?’
RELATOS
Quem convivia com Dolores diz que a mulher vivia a angústia da possibilidade de perder a guarda do filho pequeno para o marido. Ela travava uma disputa judicial onde requeria ter o direito de criar o bebê. Acredita-se que o fato dela ter perdido o processo, motivou que a investigadora provocasse a morte do filho. A Polícia Civil trabalha na investigação do crime.  O Fato triste foi registrado em um condomínio de Cambé, na região metropolitana de Londrina

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