quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

JOÃO ARRUDA, SERGIO SOUZA E FRANGÃO TODOS DO PMDB CITADOS POR DELATOR NO CASO MAPA

Ao deflagrar a Operação Carne Fraca, há quase um ano, a Polícia Federal do Paraná já sustentava publicamente ter encontrado indícios de conexão entre políticos e o esquema de corrupção no Mapa. Na época, contudo, a PF não entrou em detalhes. Parte dos indícios foi encaminhada a Brasília, conforme denuncia publicada na Gazeta do povo,  por envolver pessoas com mandato eletivo, detentores de foro especial por prerrogativa de função.
A bancada do PMDB do Paraná foi responsável pela indicação de Daniel Gonçalves Filho à superintendência paranaense do Mapa.
Ele foi nomeado para o cargo em julho de 2007, permanecendo até fevereiro de 2014. Quase um ano e meio depois, voltou para a mesma função, e ficou até abril de 2016. 

Agora delator no âmbito da Operação Carne Fraca, Daniel Gonçalves Filho estaria comprometendo todos os atuais integrantes da bancada da sigla no Paraná: além de Serraglio, Sérgio Souza, Hermes “Frangão” Parcianello e João Arruda. O conteúdo integral da delação ainda não foi divulgado, mas todos negaram terem recebido dinheiro do esquema de corrupção.
Além de Daniel Gonçalves Filho, outro réu da Operação Carne Fraca também já implicou deputados federais do PMDB do Paraná, especialmente Sérgio Souza. Durante depoimento de quase 3 horas ao juiz federal Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara de Curitiba, o veterinário Flávio Cassou disse que havia uma espécie de esquema de pagamento de mesadas a políticos do PMDB do Paraná e citou o nome de Sérgio Souza. 
O depoimento foi prestado em 1º de dezembro de 2017, dentro de uma das sete ações penais relacionadas à Operação Carne Fraca. Cassou também é réu e trabalhava em uma unidade paranaense (na Lapa) da Seara Alimentos Ltda, ligada à JBS.
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