quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Justiça mantém bloqueio de bens do prefeito de Guarapuava, Cesar Silvestri Filho

O Ministério Público pede o pagamento de multa , a perda dos cargos públicos atuais e a suspensão dos direitos políticos dos réus por até 8 anos




O tribunal de justiça julgou  na tarde de ontem  terça-feira 3 recursos de  um processo sobre uso irregular de funcionários na assembleia legislativa .   O tribunal decidiu manter o bloqueio dos bens dos prefeitos de Guarapuava, Cesar Silvestri Filho, Ponta Grossa Marcelo Rangel  e do Secretário de Esportes do estado Douglas Fabricio, bem como do partido dos três o PPS.
Eles são réus num processo administrativo, e segundo o Ministério Público tinham funcionários fantasmas quando eram deputados.

Os recursos foram julgados pela 5º Câmara Civil, e foram negados por unanimidade, mantendo a indisponibilidade dos bens .
 Cesar Silvestri  Filho e os demais , respondem uma ação de improbidade administrativa iniciado em 2015 .
 O prefeito e os outros políticos, são acusados de nomear na Assembleia Legislativa, entre os anos de 2009 a 2013  seis funcionários comissionados. Estes funcionários , pagos com dinheiro publico, deveriam trabalhar nos gabinetes dos parlamentares, mas de acordo com O MP, trabalhavam para o PPS, sem exercer nenhuma função para o legislativo paranaense. Além de descumprir horário e fazer atividades privadas.
A denúncia foi recebida em novembro de 2016. Cesar Silvestri os outros dois e o PPS, passaram a ter seus bens bloqueados.
A juíza Patricia Bergonzim da vara da Fazenda Pública de Curitiba, considerou que os indícios apontam a possível existência de conduta de improbidade, praticadas pelos então deputados e partido dos mesmos.
Segundo a Juiza , os três, aproveitando os cargos de deputado que exerciam e a estrutura da Assembleia legislativa, usaram servidores públicos, para manutenção de atividades, junto ao diretórios do PPS.
Após Julgados os recursos no Tribunal de Justiça, o processo continua correndo em Curitiba em primeira instância.

Em caso de condenação o Ministério Público pede o pagamento de multa , a perda dos cargos públicos atuais e a suspensão dos direitos políticos dos réus por até 8 anos 

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