quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Agricultura: Setor de agronegócios corresponde a 77% das exportações do Paraná


77% das exportações paranaenses correspondem ao setor de agronegócios. Os dados são da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) que mostra que o estado é o segundo maior produtor de grãos do país e o maior produtor nacional de carnes. De acordo com o economista da Faep, Pedro Loyola, a soja bateu o recorde de produtividade no estado.

No entanto, a perspectiva para 2018 não condiz com o alto índice de exportação de grãos neste ano. 
Segundo a Faep, a produção de soja deve passar de 19.586 para 17.911 – uma redução de 9% na exportação do grão. A pesquisa também prevê diminuição da safra de milho.
s causas da redução da produtividade se devem a possíveis problemas climáticos causados pela La Niña – quando ocorrem chuvas abaixo do normal.
Porém, a expectativa para o ano que vem fica por conta das proteínas, já que a vacinação contra a febre aftosa deve ser suspensa no estado. O movimento “Paraná Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação” foi criado por pecuaristas com o objetivo de gerar uma economia em três anos, de pelo menos R$ 90 milhões ao setor produtivo de proteínas animais no Paraná. De acordo com Pedro Loyola, a estratégia trará uma economia de mais de R$ 1 bilhão para um período de 20 anos.
De acordo com o levantamento da Fecomércio, concessionárias de veículos, farmácias, lojas de departamentos, supermercados e combustíveis vão ter um crescimento significativo em 2018.
O levantamento do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) mostra resultados positivos nos setores do comércio varejista, principalmente, na área de material de construção, serviços, e agropecuária. No acumulado do ano, o PIB teve um crescimento de 1.6 – o que corresponde a 400 milhões de dólares em quatro trimestres. Segundo o economista do Ipardes, Daniel Nojima, o Paraná se destaca na área agrônomo industrial.
Já no setor empregatício, os resultados foram negativos. De acordo o economista do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Sandro Silva,  em dois anos, o Paraná teve uma queda de 200 mil empregos – 32% a menos.

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