quarta-feira, 4 de outubro de 2017

POLITICAGEM PURA: Votação na Câmara nesta quarta pode adiar voto impresso para 2018; sistema só valeria a partir 2022


É o sistema. O sistema, como sempre, vai influir no nome a ser eleito no ano que vem.”
Até então, prevista para as eleições do ano que vem, a instauração do voto impresso ao lado da urna eletrônica pode ser adiada para a disputa eleitoral de 2022. Isso porque o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu ao relator da reforma política, deputado Vicente Cândido (PT-SP), que incluísse em seu parecer a suspenção da medida. A justificativa do tribunal está no custo para a compra de impressoras que se adequem as urnas eletrônicas, para implementação do sistema. Segundo o TSE, os gastos podem chegar a cerca de R$ 2,5 bilhões.
O relatório do deputado Vicente Candido deve ser votado ainda nesta quarta-feira pela Câmara, assim como projeto da criação do fundo de financiamento eleitoral.
Aprovado em 2015, o voto impresso é um dos poucos projetos de autoria do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) a serem transformados em Lei. O parlamentar usou o Plenário para protestar.
“Por que estão fazendo isso? A troco de que? O TSE teve tempo mais do que suficiente para se adequar de 2015 para agora. E para o ano que vem serão três anos. O que eu entendo só pode ser uma coisa. É o sistema. O sistema, como sempre, vai influir no nome a ser eleito no ano que vem.”


O voto impresso chegou a ser vetado pela então presidente Dilma Rousseff, porém, o Congresso Nacional derrubou o veto, com o apoio de quase todos os partidos, apenas o PT foi contrário a nova lei.

ENTRE EM CONTATO - SUA PAUTA

ENTRE EM CONTATO - SUA PAUTA
LIGUE JA