quinta-feira, 29 de junho de 2017

Calcular consumo de água e energia reduz impactos ambientais e custos em obras


Orçamento de obra deve abranger tudo o que gera consumo. Sistemas industrializados contribuem com a redução
 Assessoria - Publicidade

Calcular o consumo de água e de energia elétrica de uma obra permite maior controle de custos e aplicação de políticas ambientais em uma construção. A tarefa, no entanto, ainda é uma dificuldade para muitos orçamentistas e engenheiros. O valor do consumo de energia elétrica de um aparelho, geralmente expresso pela unidade kWh (quilowatt-hora), é obtido multiplicando sua potência pelo tempo que será utilizado.

Como uma obra conta com diversos equipamentos que consomem energia – desde pequenas furadeiras até grandes elevadores –, é necessário listar todos eles e estimar dois dados: por quantas horas serão usados diariamente e quantas vezes serão utilizados ao longo da obra. Além disso, instalações provisórias do canteiro também consomem energia, como laboratórios, escritórios e refeitórios, e devem ser consideradas nessa matemática. Com essas informações, é possível cruzar os resultados para obter um valor aproximado do consumo de energia na obra. O uso de planilhas é recomendado para organizar a relação de números.
Para calcular o consumo de água, o conceito é o mesmo. Betoneiras e outros equipamentos que consomem água, assim como instalações destinadas à lavagem de peças e outros serviços de limpeza, devem entrar na conta. Novamente, é necessário estimar qual será o consumo de cada item por dia e quantas vezes ele se repetirá durante a obra. O valor costuma ser expresso em metro cúbico (m³), que corresponde a mil litros.
Maneira de economizar
A industrialização do canteiro é um dos conceitos que melhor atende à redução de consumo de água e energia, uma vez que os materiais chegam prontos na obra e racionalizam processos.
Uma alternativa para reduzir gastos de água no canteiro é a adoção de cisternas e sistemas de reutilização de água. É possível ainda especificar equipamentos e materiais mais econômicos quanto ao consumo. A linha de argamassas Matrix e as básicas Massa Pronta e Chapisco Concreto, da linha Votomassa, oferecem essa vantagem. Fabricadas pela Votorantim Cimentos, os produtos apresentam vantagens consideráveis em relação às argamassas preparadas na obra.
Segundo Fábio Cirilo, consultor de Ecoeficiência da Votorantim Cimentos, o uso de argamassa industrializada é uma alternativa econômica e também mais sustentável, porque contribui para reduzir os impactos ambientais. Nas argamassas viradas em obra, onde o cimento o cal e a areia são misturados na obra, acontece uma perda de até 30% do volume inicial dos insumos em relação a mistura final, essa redução de volume não acontece na argamassa industrializada, produto mais homogêneo e que gera maior rendimento.

“O uso da argamassa industrializada reduz a emissão de gases de efeito estufa em quase 70% e proporciona uma economia de 30% no consumo de água quando comparada a vida em obra. Somente no Estado de São Paulo, se metade das construções utilizasse a argamassa industrializada, a redução anual do volume de água seria de um milhão de metros cúbicos, suficiente para abastecer durante 1 ano mais de 17 mil pessoas”, exemplifica Cirilo, que destaca também como vantagens da argamassa industrializada a matéria-prima selecionada e de melhor qualidade. 

A tecnologia da mistura e curva granulométrica controlada que acompanham os produtos da linha Matrix e a Votomassa Massa Pronta e Votomassa Chapisco Concreto, ajudam não só a reduzir o consumo de água, como a diminuir o desperdício de materiais e os custos na obra.

Sobre a Votorantim Cimentos
Presente no negócio de materiais de construção (cimento, concreto, agregados e argamassas) desde 1933, a Votorantim Cimentos é uma das maiores empresas globais do setor, com capacidade produtiva de cimento de 57,6 milhões de toneladas/ano e receita de R$ 12,7 bilhões em 2016. A Votorantim Cimentos possui unidades estrategicamente localizadas próximas aos mais importantes mercados consumidores em crescimento e está presente em 13 países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, Índia, Marrocos, Peru, Tunísia, Turquia e Uruguai.

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