quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A IMPORTÂNCIA DOS EXAMES PARA DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER DE PRÓSTATA


Quando detectada precocemente, índice de cura ocorre em aproximadamente 90% dos casos

Depois do Outubro Rosa alertar as mulheres sobre a prevenção contra o câncer de mama, chega a campanha Novembro Azul, que visa orientar a população masculina sobre a importância dos exames para diagnóstico precoce do câncer de próstata. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), um em cada grupo de seis homens pode apresentar o problema e um em cada grupo de 36 portadores poderá ir a óbito.


Integrante do aparelho reprodutor masculino, a próstata, localiza-se abaixo da bexiga e tem a função de, juntamente com as vesículas seminais, produzir o esperma. “A próstata tem importância fundamental na reprodução. A glândula é responsável pela produção do líquido prostático que se mistura ao líquido seminal, que é produzido pelas vesículas seminais (70% do sêmen). O restante do sêmen é constituído por 25% de líquido da próstata, 5% dos testículos”, explica Silvio Pires, urologista da Criogênesis

O especialista ainda ressalta que na fase inicial, onde é possível fazer um tratamento curativo, o câncer de próstata não apresenta sintomas. Portanto, é essencial fazer os exames de rotina para prevenir a doença. “Na grande maioria dos casos, a detecção é realizada por 2 exames combinados: pelo exame de sangue específico, que é o PSA, e o outro é o toque retal. Se houver uma suspeita por qualquer um dos exames alterados, é feita uma biopsia de próstata que vai confirmar o diagnóstico”, explica. 

PREVENÇÃO

Algumas medidas são essenciais para a prevenção da doença. Manter o peso sob controle, controlar o estresse, adotar uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos estão entre as principais precauções. “É importante lembrar que o câncer de próstata possui traço genético, sendo assim, homens com casos de câncer na família devem fazer um check-up, que consiste em um exame de sangue e toque retal, obrigatoriamente a partir dos 40 anos. Porém, ainda que não existam casos na família, o paciente deve procurar fazer os exames a partir dos 50 anos”, orienta Dr. Pires.

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