domingo, 2 de outubro de 2016

ELEIÇÕES 2016: Quociente eleitoral e a nova regra dos 10% vão complicar o calculo para definir quem fica com as cadeiras na Câmara?


Para determinar como as vagas são distribuídas, o primeiro passo é calcular o quociente eleitoral. Para isso, divide-se o número de votos válidos (em candidatos e em legendas) pelo total de vagas em disputa. O quociente eleitoral é a


quantidade de votos necessária para eleger um vereador.


O segundo passo é calcular o quociente partidário. Divide-se os votos em candidatos e na legenda daquele partido ou coligação pelo quociente eleitoral. O resultado da conta é o total de vagas que aquele grupo conquistou.
A partir da eleição deste ano, porém, há a exigência de que os candidatos que ocuparão as vagas devem receber votos numa quantidade igual ou maior que 10% do quociente eleitoral.
A regra tenta evitar que os “puxadores de votos” ajudem a eleger candidatos sem qualquer representatividade eleitoral.
Se houver sobra de vagas, faz-se um novo cálculo:
Divide-se a quantidade de votos válidos do partido ou coligação pelo número de vagas alcançadas no cálculo anterior, mais 1. O partido ou coligação que obtiver a maior média recebe a primeira vaga disponível, desde que o candidato tenha cumprido a exigência mínima dos 10% citada anteriormente.
Se for a maior média da disputa à Câmara, a legenda ficará com a cadeira.
Quando não houver mais partidos ou coligações que atendam a todas essas exigências, as vagas passarão a ser distribuídas às legendas que apresentarem as maiores médias, segundo o cálculo explicado anteriormente e conforme a ordem de votação dos seus candidatos.


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