quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Apos receber dinheiro diarista é brutalmente assassinada dentro de casa e carro some de garagem

Islene era diarista e tinha um filho de 17 anos. Foto: Reprodução

Vizinhos estão estarrecidos com a maneira brutal que Islene Severino de Lima, 41 anos, foi assassinada na noite de ontem  terça-feira (2). Com marcas de agressão por todo o corpo e principalmente no rosto, a diarista estava praticamente deformada e irreconhecível. As mãos e os pés estavam amarrados. Ela foi encontrada no quarto pela vizinha. O carro de Islene foi levado pelo assassino. A Polícia Civil trabalha com duas hipóteses para o crime.
Desde maio, a diarista morava na região, na rua Bonsucesso,
Jardim Rivabem em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba. 

Sempre atenciosa com os vizinhos, saia diariamente para trabalhar e o filho de 17 anos a visitava nos fins de semana. Na noite de ontem foi vista pelos moradores entrando em casa. Horas depois o carro saiu da garagem e hoje passou o dia sem ser vista, o que causou estranheza na vizinhança.
Por volta das 19 horas, o corpo de Islene foi encontrado dentro de casa pelos vizinhos. Deitada em cima da cama, a diarista estava amarrada e com o travesseiro no rosto, conforme explicou o investigador Rodrigo Podegurski, da Delegacia de Campo Largo. “Ela foi espancada, está com o rosto espancado, quase deformada. E para dar fim à vida dela foi utilizado um travesseiro, tendo em vista que ele está bem cheio de sangue”, descreveu à  radio Banda B.
O fato de o carro da vítima, um Renault Sandero, ter sido levado pelo assassino levanta a hipótese de latrocínio. No entanto, há outras linhas sendo investigadas. “Pela experiência, primeiro foi aventado o crime de latrocínio, tendo em vista que um Sandero preto, que estava na garagem, foi levado. Agora, também temos que ver outra possibilidade, já que estava com um valor alto que recebeu de uma ação cível envolvendo uma pessoa da família. Essa pessoa teve que pagar e agora estamos vendo se esse dinheiro estava aqui ou não”, explicou o investigador. O valor estimado é de cerca de R$ 60 mil.
O que a Polícia Civil sabe é que o crime pode ter sido praticado por alguém conhecido da vítima. “O que causa estranheza é que ela não gritou, não esboçou reação para pedir ajuda. A princípio é alguém conhecido dela”, finalizou.
O corpo da diarista foi recolhido ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba. A Delegacia de Campo Largo investiga o crime.

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