terça-feira, 17 de maio de 2016

Paraná já tem 30 mortes por H1N1; vacinação continua até sexta-feira


Um novo boletim do vírus da gripe no Paraná foi divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado nesta segunda-feira (16) e os números revelam que já foram contabilizados 478 casos. Desses, 446 correspondem ao vírus H1N1. Os números totalizam casos de Síndromes Respiratórias Agudas, que demandam internação do paciente, e Síndromes Gripais, registrados nas 23 Unidades Sentinelas do Paraná.

No mesmo período, foram confirmados 30 óbitos por H1N1: Antonina (1), Curitiba (3), Quitandinha (1), São José dos Pinhais (1), Rio Azul (1), Chopinzinho (1), Francisco Beltrão (1), Marmeleiro (3), Foz do Iguaçu (7), Espigão Alto do Iguaçu (1), Campo Mourão (2), Umuarama (1), Maringá (1), Apucarana (2), Londrina (1), Andirá (1), Cornélio Procópio (1) e Toledo (1).
Vacinação
A vacinação contra a gripe para a população que faz parte do grupo de risco vai até esta sexta-feira (20) no Paraná. Idosos com mais de 60 anos, crianças de seis meses até cinco anos incompletos, gestantes, mulheres que deram a luz nos últimos 45 dias e portadores de doenças crônicas podem procurar a Unidade de Saúde mais próxima para receber a vacina.
“O Paraná antecipou a campanha de vacinação e a adesão da população foi extraordinária. Provavelmente, com a alimentação dos sistemas de informação pelos profissionais de saúde, já tenhamos atingindo a meta, antes mesmo do prazo final da campanha”, disse o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto.
Segundo o coordenador estadual de Imunização, João Luis Crivellaro, até esta segunda-feira (16), o Paraná vacinou mais de 78% do público alvo, sendo que a meta é atingir 80% da população que tem direito à vacina. A campanha também é dirigida a outros públicos de risco, como trabalhadores de saúde, população indígena e privados de liberdade.
Os grupos de crianças e gestantes atingiram apenas 69% e 58% da população vacinada, respectivamente. “Nossa maior preocupação agora é com as gestantes. Os sintomas da Influenza podem evoluir muito mais rápido durante a gravidez e levar a quadros graves da doença”, afirma o coordenador.

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